A esquerda assume os propósitos censores do PL da Misoginia
Declarações de Janja e emenda de Erika Hilton ao PL da Misoginia mostraram que objetivo é mesmo controlar a linguagem e o discurso público.
O PL da Misoginia quase foi votado na Câmara, mas a emenda de Erika Hilton e as declarações de Janja da Silva expuseram o potencial uso do projeto para sufocar a liberdade de expressão. A proposta de definir misoginia e incluir uma emenda que criminaliza a liberdade de expressão, mesmo com base em crenças religiosas ou dados científicos, gerou preocupação. O episódio revelou a intenção de parte da esquerda em controlar o discurso público, o que acabou por frear a tramitação do projeto.
- O PL da Misoginia esteve perto de ser votado na Câmara dos Deputados.
- A relatora Tábata Amaral definiu misoginia com um componente subjetivo que amplia o poder discricionário do Judiciário.
- A emenda de Erika Hilton visava incluir a misoginia na Lei do Racismo, criminalizando a liberdade de expressão.
- Declarações da primeira-dama Janja da Silva sobre críticas às suas viagens foram vistas como um exemplo de como o PL poderia ser usado para censura.
- A esquerda, com a emenda e declarações de Janja, expôs intenções censores e acabou por frear a tramitação do projeto.
https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/pl-misoginia-censura-erika-hilton-janja/
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