Plano de tombar igrejas em uso ameaça autonomia religiosa
Oito igrejas, seis delas católicas romanas, foram incluídas em processo preliminar de tombamento em Ponta Grossa.
Oito igrejas históricas em Ponta Grossa foram incluídas em processo preliminar de tombamento, impondo restrições administrativas antes da decisão final. Líderes religiosos temem que a medida prejudique a preservação e viole a autonomia das instituições, enquanto vereadores buscam garantir o diálogo e o respeito às comunidades.
- Oito igrejas históricas em Ponta Grossa, Paraná, estão sob processo preliminar de tombamento pelo Conselho Municipal do Patrimônio Cultural (Compac).
- A medida impõe restrições administrativas, exigindo aprovação prévia do Compac para intervenções de restauração e conservação.
- Líderes religiosos, como Dom Bruno Elizeu Versari, expressam preocupação de que o tombamento possa prejudicar a preservação e violar a autonomia das igrejas.
- Vereadores locais apresentaram um Projeto de Lei para exigir autorização expressa das instituições religiosas para a conclusão do tombamento.
- Especialistas argumentam que o tombamento compulsório pode ferir a inconstitucionalidade ao interferir na organização material do culto e na liberdade religiosa.
- O tombamento preliminar limita intervenções maiores, mas permite manutenções de rotina; o órgão ainda não detalhou o que pretende preservar em cada igreja.
- Preocupações financeiras surgem quanto à responsabilidade pela conservação e possíveis custos mais elevados com técnicas específicas, sem garantia de recursos municipais.
https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/plano-de-tombar-igrejas-em-uso-ameaca-autonomia-religiosa-em-cidade-do-parana/
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