“A Graça”: a quem pertencem nossos dias?
"A Graça", de Paolo Sorrentino, é o filme que um Godard faria se tivesse sido contratado pela Record. Leia na Gazeta do Povo
Em julho de 2026, Paulo Polzonoff Jr. escreveu sobre o filme “A Graça”, de Paolo Sorrentino, questionando a quem pertencem nossos dias e abordando temas como perdão e eutanásia. O autor critica a falta de sutileza e o excesso de didatismo do filme, comparando-o a uma produção da Record, mas reconhece o contraste temporal presente na obra. Polzonoff conclui que o filme é insuportavelmente relativista e “besta”.
- O texto de Paulo Polzonoff Jr. sobre o filme “A Graça” foi escrito em 2026, com pouca esperança de ser lido.
- O filme de Paolo Sorrentino aborda a questão de a quem pertencem nossos dias, o perdão e a eutanásia.
- Uma observação sobre o filme é o conflito de tempos, com o “Mundo Moderno” em contraste com ritos de poder.
- Outra observação é a falta de sutileza e o excesso de didatismo no filme, com tudo “minuciosamente explicadinho”.
- Polzonoff compara o filme a algo que Godard faria para a Record e o considera insuportavelmente relativista, chamando-o de “filme besta”.
https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/polzonoff/a-graca/
Write a comment