Nossa crise é mais profunda que a mera sucessão de escândalos, mas há saída

A crise atual é uma crise da alma do Brasil, da alma do brasileiro, que perdeu a confiança no futuro, na democracia, nos concidadãos, até nos próprios amigos e familiares.
Nossa crise é mais profunda que a mera sucessão de escândalos, mas há saída

O Brasil enfrenta uma crise profunda, mais que escândalos, que afeta a alma do país e a confiança no futuro, gerada por disfunções institucionais, econômicas e ético-culturais. Para superá-la, é crucial eleger líderes com coragem para renovar instituições, criar prosperidade duradoura e revitalizar a sociedade civil simultaneamente. A missão do eleitor é escolher candidatos com propostas concretas para essas três dimensões, agindo conscientemente para alterar o rumo do país.

  • O Brasil vive a crise mais delicada desde a redemocratização, caracterizada pela perda de confiança no futuro, na democracia e nos concidadãos.
  • A crise atual é resultado de disfunções institucionais (STF autocrático), econômicas (incapacidade de crescer) e ético-culturais (baixa educação, violência, corrupção).
  • A desesperança se manifesta na diminuição do desejo de ter filhos, no êxodo de jovens e no adiamento de investimentos.
  • É necessário eleger líderes capazes de renovar instituições, criar condições para a prosperidade e devolver vitalidade à sociedade civil.
  • O eleitor deve examinar propostas de candidatos, buscar aqueles com capacidade de enfrentar as crises simultaneamente e não contribuir para piorá-las.
    https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/brasil-crise-institucional-economica-etica/
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