Freiras processam Nova York contra lei de suicídio assistido
Nova lei obriga entidades de saúde, inclusive as religiosas, a participar do processo de suicídio assistido.
Quatro congregações de freiras e um bispo moveram uma ação contra o Estado de Nova York devido à nova lei de suicídio assistido, que obriga praticamente qualquer pessoa, incluindo estruturas de saúde religiosas, a participar de procedimentos de suicídio assistido. Os autores argumentam que a lei viola sua fé católica e a Primeira Emenda da Constituição dos EUA, forçando-os a renunciar às suas convicções ou enfrentar sanções.
- Freiras e um bispo processam o Estado de Nova York contra a lei de suicídio assistido, que entra em vigor em 5 de agosto de 2026.
- A lei obriga instituições de saúde, mesmo as geridas por congregações religiosas, a participar de procedimentos de suicídio assistido.
- Os autores alegam que a lei viola sua fé católica e a Primeira Emenda, que garante o livre exercício da religião.
- Eles argumentam que a lei os força a escolher entre suas convicções religiosas sobre a sacralidade da vida e sanções pesadas.
- A ação judicial busca proteger a missão das instituições religiosas de cuidar dos doentes e moribundos com compaixão, em oposição ao suicídio assistido.
https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/freiras-processam-estado-de-nova-york-contra-lei-de-suicidio-assistido/
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