Indústria cobra dos presidenciáveis combate à pirataria
Indústria defende que o combate à pirataria e ao mercado ilegal seja tratado como prioridade pelo próximo presidente. Leia na Gazeta do Povo.
Indústria cobra dos presidenciáveis combate à pirataria A pirataria e o mercado ilegal causam prejuízos estimados em R$ 435 bilhões anuais à indústria brasileira, impactando a competitividade e a reindustrialização do país. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) está levando o tema aos pré-candidatos à Presidência, apresentando os efeitos negativos sobre as empresas e consumidores. Para reverter o cenário, a CNI propõe quatro eixos estratégicos que incluem o aprimoramento da fiscalização aduaneira, combate a crimes ambientais, ingresso na OCDE e transparência no mercado de carbono.
- Prejuízos estimados em R$ 435 bilhões por ano devido à pirataria e mercado ilegal.
- A CNI pressiona pré-candidatos à presidência a debaterem o impacto da ilegalidade na indústria.
- Pequenas e médias empresas são as mais afetadas, com perdas médias de 0,6% da receita líquida.
- Regiões Norte e Centro-Oeste registram os maiores índices de perdas proporcionais.
- O mercado ilegal afeta consumidores através da evasão fiscal, que aumenta a carga tributária sobre quem cumpre obrigações.
- Principais formas de vitimização da indústria incluem roubo de carga, não conformidade técnica, roubo interno e descaminho.
- Metade das indústrias afetadas relata perda de receita bruta, e 30% registram redução na participação de mercado.
- A concorrência desleal corrói a capacidade de inovação das empresas, comprometendo investimentos e produtividade.
- Setores com maiores perdas econômicas são vestuário (R$ 87,3 bilhões) e bebidas alcoólicas (R$ 85,2 bilhões).
- CNI propõe quatro eixos estratégicos: “malha fina” aduaneira, combate a crimes ambientais, ingresso na OCDE e transparência no mercado de carbono.
- Evento “A Indústria na Agenda dos Presidenciáveis” reúne lideranças empresariais e candidatos para debater o desenvolvimento econômico.
- Documento “Construindo o Brasil 2050” detalha diretrizes econômicas recomendadas pelo setor produtivo. https://www.gazetadopovo.com.br/brasil/industria-cobra-presidenciaveis-tolerancia-zero-pirataria/
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