Alckmin rejeita retaliar EUA após novo tarifaço
Alckmin afirma que a Lei da Reciprocidade servirá para corrigir "injustiças", mas rejeita resposta na mesma moeda contra Estados Unidos.
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que o governo Lula não retaliará os Estados Unidos pelo novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros, utilizando a Lei da Reciprocidade para corrigir “injustiças”. O governo estuda um pacote de medidas para socorrer a indústria nacional afetada, incluindo diversificação de mercados e reforço de programas de investimento. Novas reuniões com o setor privado estão previstas para coletar dados e sugestões sobre o impacto das tarifas.
- Geraldo Alckmin descarta retaliação contra os EUA pelo novo tarifaço de 25% em produtos brasileiros.
- A Lei da Reciprocidade será utilizada como instrumento para corrigir “injustiças”.
- O tarifaço afeta cerca de 18% das exportações brasileiras para os EUA, totalizando US$ 7,4 bilhões.
- Setores como eletroeletrônicos, autopeças e calçados são os mais vulneráveis.
- O governo estuda medidas de apoio à indústria nacional, como diversificação de mercados e reforço de programas de investimento.
- Estuda-se a postergação do drawback e o uso do programa Reintegra.
- Novas reuniões com o setor privado estão planejadas para discutir o impacto e coletar sugestões.
- Há expectativa de um possível anúncio de tarifa adicional de 12,5% nesta sexta-feira e as tarifas de 25% entram em vigor para bens em trânsito no dia 29 de julho.
https://www.gazetadopovo.com.br/economia/alckmin-diz-que-governo-lula-nao-pretende-retaliar-eua-apos-novo-tarifaco/
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