Paciente com leucemia morre após governo ignorar liminar
Larissa Amorim morreu esperando pelo medicamento blinatumomabe, que o governo não entregou mesmo após ordem judicial de urgência. Entenda o caso.
Paciente com leucemia morre após governo ignorar liminar Larissa Amorim, 29, faleceu em São Paulo em 22 de junho de 2026, após o governo descumprir uma liminar judicial por 59 dias que determinava o fornecimento do remédio blinatumomabe pelo SUS. A paciente necessitava do medicamento para tratar leucemia agressiva e possibilitar um transplante de medula óssea. O Ministério da Saúde alegou indisponibilidade e que o quadro clínico não abrangia a cobertura do SUS, mesmo após aprovação do fármaco para a doença.
- Larissa Amorim, 29, morreu em São Paulo em 22 de junho de 2026, aguardando o medicamento blinatumomabe.
- O governo descumpriu uma liminar judicial por 59 dias que obrigava o fornecimento do remédio pelo SUS.
- O blinatumomabe é uma imunoterapia essencial para o tratamento de leucemia agressiva e para viabilizar transplantes.
- A família da paciente obteve uma liminar, mas a falta de multa ou prazo exato permitiu a demora do governo.
- O Ministério da Saúde justificou a demora alegando indisponibilidade e que o caso de Larissa não se enquadrava na cobertura do SUS, apesar da aprovação prévia do medicamento.
- O caso de Larissa é mais um exemplo da judicialização da saúde e da demora no acesso a medicamentos essenciais no SUS. https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/por-que-o-governo-descumpriu-a-ordem-judicial-para-tratar-larissa-amorim/
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