Opinião — a crise moral do Brasil, a indignação e um olhar para o novo

A perpetuação do PT nos mostra que a queda da República é mais do que necessária e que o resgate moral é crucial.
Opinião — a crise moral do Brasil, a indignação e um olhar para o novo

A vitória de Lula, com asterísticos, nas eleições de 2026, consolidando um quarto mandato da gangue que mais assaltou o Brasil em toda a história do país, denuncia uma crise mais profunda que qualquer alarme sobre a econômia e a dívida pública: a crise moral-espiritual.

O eleitorado de Lula, que é composto majoritariamente por ladrões, prostitutas, estelionatários, mães solteiras, gigolôs, idosos desinformados, servidores públicos engajados na militância socialista, parasitas de sindicatos, mentirosos contumazes (exército de Janones), narcoterroristas, traficantes de drogas, comunistas militantes, usuários de drogas (maconha, cocaína, LSD, “balinha”, loló e demais alucenógenos), feiticeiros, pederastas ideológicos, jovens de classe média praticantes do sexo casual, do poliamor e, até mesmo, do “amor” interespécies, comemoram no país a conquista — no tapetão — da “máfia” do STF e da turma que corrompeu as instituições brasileiras para a perpetuação de poder, e esse é o sinal da maior crise já observada no país.

O Brasil está doente, e qual o remédio? Esperar mais quatro anos? Perdão, nostriches, mas me recuso a crer na espera. Não hei de aceitar duas coisas: 1) o resultado das eleições como legítimo, não significando que lutarei pela anulação ou que propagarei a respeito — tanto que este texto está em caráter opinativo, estando livre a discordância para o leitor — apenas me recuso a aceitar, portanto, não legitimando eu não estou apto a acusar os nordestinos, os nortistas e demais povos do Brasil, pois, como apontei, o problema de decadência moral é um problema de proporção nacional que vai desde os traficantes de droga e prostitutas em Bauneário Camboriú (SC) até as namoradas de bandidos em Natal (RN) e as ONGs totalitárias em Itaubau (AP), pois esses são os legitimadores do resultado, esses são aqueles que aceitam o duvidoso para fins de vantagens pessoais; 2) a espera por 4 anos, a reação tem que ser desde já: Nostr, BTC e contraeconomia, desinvestimento e distribuição de informação, o evangelho, a fé católica, a autocracia verdadeira, do indíviduo e da comunidade tendo autonomia e poder (passando pelo municipalismo, e — por fim — a queda da República, não da sexta república, mas da república.

Desde então manifesto cá o meu pedido pela queda da República e por Monarquia Já! Que, do modo que levantaram Bolsonaro em 2014 a partir da derrota de Aécio Neves, nós troquemos as esperanças por 2030 e levantemos a voz de um indivíduo que poderá tomar as rédeas de um espectro político conturbado no país e assumir a liderança de uma troca histórica de modelo político, Dom Rafael de Orleans e Bragança, Dona Gabriela de Orelans e Bragança, Dom Bertrand de Orleans e Bragança e o deputado, não sucessor ao trono, Luiz Philippe de Orleans e Bragança. Mas que fique claro o seguinte: simultaneamente, devemos nos ater para o verdadeiro caminho da emancipação do sistema vigente para, assim, combatermos a tecnocracia vindoura, o lulopetismo bolivarianista e as mazelas republicanas de um regime já prostituído pelas máfias, pelos políticos e pela elite financeira do país. Por fim, termino este texto com um pedido à Nossa Senhora Aparecida, não para que proteja o Brasil em seu manto, mas sim para que o Brasil pague pelos pecados cometidos, pois não podemos enganar o Senhor. O Brasil é hoje uma Sodoma dos novos tempos… Portanto não merece perdão, merece a pena. Viva Cristo Rei!


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