Como Trump dribla a Suprema Corte e mantém tarifaço
O governo de Donald Trump abriu um novo capítulo na guerra comercial com o Brasil ao anunciar um tarifaço de 12,5% sobre importações
O governo de Donald Trump, impedido pela Suprema Corte de manter sua política tarifária original, está utilizando novos instrumentos legais para pressionar parceiros comerciais. Uma nova tarifa de até 12,5% sobre importações produzidas com trabalho forçado afeta 60 economias, incluindo o Brasil, dias após outra sobretaxa de 25% ter sido confirmada contra o país. Essa adaptação jurídica visa contornar a decisão da Suprema Corte que derrubou medidas baseadas na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) em tempos de paz.
- O governo Trump busca novas vias legais para manter sua política tarifária após a Suprema Corte restringir seus poderes.
- Uma nova tarifa adicional de até 12,5% sobre bens produzidos com trabalho forçado foi anunciada, afetando 60 economias.
- Essa medida visa o Brasil, que já enfrenta outra sobretaxa de 25% por supostas práticas comerciais injustas.
- A Suprema Corte limitou o uso da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) pelo governo Trump em tempos de paz.
- O governo utilizou a Seção 122 da Lei de Comércio de 1974 e investigações comerciais com base na Seção 301 para impor novas tarifas.
- O Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) também anunciou uma taxação de 50% sobre produtos canadenses com base na Lei Tarifária de 1930.
- Analistas divergem sobre os efeitos da política tarifária, com alguns vendo-a como ferramenta de negociação e outros temendo a redução da dependência comercial dos EUA.
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