O que a KGB deixou escrito sobre Cuba

A infiltração cubano-soviética no Brasil não era apenas fantasia da direita fardada
O que a KGB deixou escrito sobre Cuba

A espionagem cubano-soviética visava decifrar comunicações diplomáticas brasileiras, parte de uma estratégia para expandir influência na América Latina desde a Revolução Cubana. O Brasil foi um alvo prioritário, recebendo apoio a movimentos guerrilheiros antes e durante a ditadura militar. Métodos de infiltração e formação ideológica persistem até hoje, adaptados à nova era.

  • Cuba, com apoio da KGB, espionou o Brasil fotografando a fiação de uma máquina de cifra na embaixada brasileira em Angola em 1976.
  • Desde a Revolução, Cuba utilizou espionagem e infiltração política para expandir sua influência na América Latina, incluindo o apoio a movimentos guerrilheiros no Brasil.
  • Um relatório do Departamento de Estado dos EUA detalha como Cuba construiu uma arquitetura alternativa baseada em espionagem e infiltração política, com apoio da União Soviética.
  • O Brasil foi um dos alvos prioritários da KGB na América Latina a partir de 1974, com investimento em interceptação de sinais e recrutamento de agentes.
  • Após a queda do Muro de Berlim, Cuba reinventou seus métodos de influência, focando em intercâmbio acadêmico, cooperação médica e ONGs, sustentando o Foro de São Paulo.
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