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A construção da espúria máquina de poder petista: “Conquistar o poder é diferente de ganhar uma eleição”

Segundo explicitamente definido pelo prócer petista Zé Dirceu: "Conquistar o poder é diferente de ganhar uma eleição". Assim agiu o PT, e as esquerdas, durante suas décadas de existência. Fizeram alianças com organizações das esquerdas internacionais, países governados pela esquerda, utilizaram da infiltração da Teologia da Libertação na Igreja Católica, a Comissão Pastoral da Terra, a CNBB, criaram o MST, MTST, além do domínio quase total dos sindicatos, grêmios estudantis, universidades, grandes mídias, meios artísticos, criando um enorme conglomerado de propaganda e assassinato de reputações. A medida que conquistavam cargos eletivos, como vereadores, deputados, prefeitos, governadores etc., os eleitos tinham que doar parte de seus salários para o partido (a rachadinha oficializada em regimento partidário), além dos cargos de confiança, ocupados por militantes, que também eram obrigados a "doar" partes dos salários ao partido. Quando perdiam uma prefeitura, os militantes aboletados nos cargos daquela prefeitura eram transferidos para outras prefeituras dominadas pelo PT. Assim garantiam sempre uma militância na máquina estatal em todos os níveis. Assim conseguiam dificultar e sabotar as administração de opositores. Adversários incômodos, como Enéas Carneiro, eram prontamente ridicularizados e desqualificados por toda a máquina de assassinato de reputações, criada nessa "conquista do poder". Lula, um revolucionário comunista radical (apesar de nem saber o que é o comunismo, na verdade), causava medo na elite financeira nacional e teve que escrever uma "Carta ao Mercado", prometendo manter os marcos econômicos criados durante os governos Itamar-FHC, garantindo que não promoveria aventuras revolucionárias marxistas, caso eleito. Foi criado o novo personagem "Lulinha Paz e Amor", pelo marqueteiro Duda Mendonça, dando um certo ar de civilidade ao sindicalista radical, tosco e semiletrado, para que o mercado o aceitasse com menos resistência. No início dos anos 2000, o PT já era uma organização enorme e bilionária, envolvido em inúmeras suspeitas de corrupção e financiamentos externos (o que é proibido pela legislação nacional). Em 2002, ano da eleição de Lula, Celso Daniel, tesoureiro da campanha, foi assassinado, logo após ameaçar denunciar "companheiros" que estavam enriquecendo através de propinas e desvios de verbas públicas. Cerca de 7 pessoas, entre testemunhas, investigadores, legista e suspeitos relacionados ao caso, foram assassinados ou misteriosamente morreram, em sequência ao assassinato de Celso Daniel. Nesse periodo era proibido falar sobre o Foro de São Paulo, apesar de seus membros já presidirem a maioria dos países latino-americanos. Quem procurava documentar e divulgar o que seria o Foro, era tratado como lunático e criador de teorias da conspiração. Há uma entrevista gravada ao vivo em outubro de 2002, em plena campanha presidencial, na TV Record, em que Boris Casoy pergunta a Lula sobre suas vinculações com Fidel e Chavez, ao que Lula responde: "O Boris, você sabe que isso é, no mínimo, uma piada de mau gosto lá, e eu te aconselho até não repetir isso no video" (sic). Contando com todo esse aparato externo e interno, finalmente Lula é eleito presidente e assume o poder em 2002.

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“Nossos criminosos”? A frase que chocou o Brasil: Quando a indignação mira mais a classificação dos bandidos do que o sofrimento das vítimas

O Brasil ouviu uma declaração que dificilmente passará despercebida. Ao comentar a decisão dos Estados Unidos de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, o presidente Lula demonstrou irritação e afirmou estar triste porque autoridades americanas disseram que “nossos criminosos são terroristas”. A frase caiu como uma bomba. Não porque exista qualquer dúvida sobre a soberania nacional ou sobre o direito do Brasil de conduzir sua própria política de segurança. Esse debate é legítimo. O problema é outro. O cidadão comum não olha para PCC e Comando Vermelho e enxerga “nossos criminosos”. O brasileiro enxerga assassinos. Enxerga traficantes. Enxerga facções que aterrorizam bairros inteiros, impõem toque de recolher, recrutam jovens para o crime, executam rivais, atacam policiais e transformam comunidades inteiras em reféns do medo. São organizações que espalham violência por presídios, cidades, fronteiras e rotas internacionais do narcotráfico. Por isso, quando um presidente utiliza a expressão “nossos criminosos”, ainda que em outro contexto, a reação popular é inevitável. Porque esses criminosos não pertencem ao povo. Não representam o Brasil. Não falam em nome das famílias honestas que enterraram filhos vítimas da violência. Não falam em nome dos policiais mortos em serviço. Não falam em nome dos moradores de periferias dominadas pelo terror das facções. Pertencem apenas ao mundo do crime. A indignação nacional deveria estar voltada contra aqueles que sequestram a paz da população e transformam comunidades em zonas de medo permanente. Nenhum brasileiro de bem considera PCC ou Comando Vermelho como “nossos”. São inimigos da sociedade. São inimigos das famílias. São inimigos da ordem pública. E quanto mais poder acumulam, mais sofrimento produzem. O que o povo espera de seus governantes não é qualquer gesto que possa soar como complacência verbal com facções criminosas. O povo espera firmeza. Espera enfrentamento. Espera que a preocupação principal esteja sempre do lado das vítimas — jamais do lado daqueles que espalham o terror. Porque os criminosos têm donos. E esses donos são as próprias organizações criminosas. O povo brasileiro não. Se o combate ao crime organizado exigir cooperação internacional sem precedentes, que ela aconteça. O que o povo brasileiro não aceita mais é assistir ao avanço de facções criminosas enquanto autoridades parecem mais preocupadas com a forma como elas são classificadas do que com o rastro de destruição que deixam pelo país.

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Brasil, um país em direção ao passado

Somente um país com uma esquerda que defende bandoleiros e traficantes poderia comemorar uma lei que leva sua população a acreditar que poderá trabalhar menos e ganhar mais sem ônus algum tanto para sua vida pessoal, como para a combalida economia do país, em ato populista visando as eleições de Outubro que trará desemprego e inflação. Essa esquerda inconsequente é a verdadeira desgraça que atrasa ainda mais um país que necessita urgentemente acelerar o passo, se não quiser permanecer nessa situação de subdesenvolvimento rumo a uma configuração de país onde miséria intelectual e narcotráfico infiltrado em toda a sociedade será a tônica das novas gerações. Enquanto países até outro dia vivendo em situação de atraso econômico levantaram-se graças à força de trabalho do seu povo - porque, como é sabido, não há milagres no horizonte, e é preciso construir riqueza para depois distribuí-la - por aqui uma classe política degradada e beirando a indecência joga o país na rua da amargura, prometendo lazer e bonanças para uma população iludida e ignorante que irá colher desemprego e pobreza. Enquanto o mundo civilizado já lida com questões do futuro, com tecnologia de ponta, educação de qualidade, viagens espaciais, inteligência artificial, novas maneiras de ser e estar no mundo, por aqui, vermes interesseiros jogam para a plateia, mais preocupados com votos que os manterão na vida boa do mundo de fantasia de Brasília, do que com um povo que se deixa enganar, acreditando que vida sem sacrifício e esforço pessoal pode levar, milagrosamente, a algum paraíso na Terra. Alcançarão o único destino possível: mais ignorância, mais pobreza, mais dependência dos seus algozes. Endividados, pobres, ignorantes. Mas felizes, segundo a turma que idolatra o meliante que se alegra a cada medida que empurra o país para a mendicância que o mantém no poder.

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O Foro de São Paulo: “...nós podemos fazer o diabo quando é a hora de eleição”

Aqui a história de Lula escancara de vez uma frase dita por Dilma Roussef, o poste de Lula: ">>>nós podemos fazer o diabo quando é a hora de eleição". Com o fim da URSS, após a Glasnost e a Perestroika de Gorbachev, a queda do muro de Berlim, os países satélites soviéticos da América Latina perderam o financiamento de sua "galinha dos ovos de ouro". Fidel nunca conseguiu transformar Cuba em um país autônomo. O país só produzia rum, charutos, açúcar e a população entrou em estado de miserabilidade, após o golpe de Castro, contrastando com o país próspero da época pré-revolução comunista. Fidel precisava conseguir dinheiro de alguma forma, no início da década de 90. Foi assim que Fidel teve a "brilhante" ideia de tentar reunir todos os partidos e organizações de esquerda (legais e ilegais, como as FARCs p.ex.), para tentarem conquistar a hegemonia de poder na América Latina, substituindo a extinta URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) pela URSAL (União das Repúblicas Socialistas da América Latina). A URSAL, tratada como teoria da conspiração pela mídia amestrada, nunca existiu oficialmente, apesar de funcionar na prática através da UNASUL e do Foro de São Paulo (de explícito viés marxista), que sempre buscaram a união "política, social, cultural, econômica e de infraestrutura" entre os países membros da América Latina. O Foro de São Paulo, criado por Fidel e Lula, no início dos anos 90, teve reuniões anuais durante toda a década, procurando dominar todos os países da região, atingindo seu ápice entre os anos 2000 e 2010, quando conquistaram o poder em 18 países ou 90% dos 20 países soberanos da AL. O projeto sempre foi buscar a hegemonia do poder e a submissão das soberanias nacionais aos ditames do "Foro", conforme a dita "teoria da conspiração" da URSAL. Segundo denunciou Juan Reinaldo Sanchez, ex-segurança de Fidel, em seu livro "A Face Oculta de Fidel Castro", o ditador já utilizava financiamento do narcotráfico como fonte de renda para seu regime. Leonardo Coutinho, em seu livro "Hugo Chavez, o espectro: Como o presidente venezuelano alimentou o narcotráfico, financiou o terrorismo e promoveu a desordem global", narra como Chavez foi convencido por Fidel a se associar ao narcoterrorismo, com fins revolucionários, para combater o "imperialismo estadunidense". >>>>"....podemos fazer o diabo..." Lula perdeu 3 eleições presidenciais na década de 90, mas ajudou a criar uma das maiores e mais poderosas organizações marxistas-narcoterroristas do mundo: O Foro de São Paulo. **Pedro Possas**. Médico.