Jornal da Cidade Online

Um jornal consciente não abre mão do seu direito de crítica

O significado da resposta imediata de Michelle a Flávio (veja o vídeo)

A resposta de Michelle Bolsonaro ao vídeo de Flavio foi imediata. E mostra um posicionamento inteligente e necessário. Estamos todos juntos pelo Brasil. A mídia porca a soldo do lulismo, agora desarmada, tentará ainda, auxiliada pelos emocionados idiotas úteis da prória 'didireita', fomentar a discórdia e a divisão. Mas a narrativa está morta. Que os brasileiros de bem sigam o exemplo, e se unam. luladasilva precisa cair. *Michelle se despede no vídeo de forma significativa, e exatamente da mesma forma que Flávio: > 'Que Deus abençoe a todos.' Veja o vídeo:

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Fim de férias: Advogada é presa em resort de luxo na Bahia suspeita de golpes em clientes de Goiás

A advogada Rina Campbell Pena foi presa nesta quarta-feira (22), acusada de dar golpes em seus próprios clientes em Goiânia. A prisão foi efetuada pela Polícia Civil de Goiás, em parceria com agentes da Polícia Civil da Bahia, na Operação Causa Própria, quando Rina estava de férias em um resort de luxo no norte da Bahia. Ela é suspeita de se apropriar de dinheiro de clientes que a contrataram para ingressar com ações de revisão de financiamento de imóveis.

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Michelle e Flávio se unem novamente e senador convoca o povo para live

Flávio Bolsonaro lançou um novo vídeo impactante O senador pediu novamente desculpas e convidou Michelle Bolsonaro para campanha: “Michelle, renovo aqui o convite para caminharmos juntos na missão de defender o Brasil e honrar o nosso maior líder, Jair Messias Bolsonaro.” A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro demonstrou apoio ao vídeo ao curtir a publicação em suas redes sociais. Flávio convocou o povo para uma live em poucos instantes: Flávio Bolsonaro é uma realidade para essa eleição! E agora acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para conhecer e adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas

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Moraes manda prender mais um

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão da técnica agrícola Taís Simone Prado Leal, investigada por suposto envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023...

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O Brasil virou o paraíso das casas de apostas, que afastam o torcedor do futebol

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) atribuiu a eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 à influência das empresas de apostas esportivas no futebol nacional. O parlamentar sugeriu que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) reveja sua política de patrocínios e defendeu medidas para restringir a atuação dessas empresas no país, além de defender o retorno de um técnico brasileiro para a seleção.

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A imprensa que consegue ser visceral e quase sutil ao mesmo tempo

Fazendo um recorte sobre o jornalismo no Brasil a partir da surpreendente, porém, avassaladora eleição de Jair Bolsonaro para presidente do Brasil, em 2018, muito há de se falar sobre a imprensa. Todo o contexto histórico sobre a postura da imprensa, desde sempre, pode até ser observado sob o aspecto das oscilações políticas desde ou daquele momento e seus personagens. Mas a partir de 2018, portanto, há quase oito anos, a imprensa, tida como tradicional, sofreu a ruptura daquilo que outrora, de alguma maneira, minimamente preservava a sua credibilidade; a sua existência institucional. Essa imprensa se permitiu, abertamente, a se posicionar politicamente, e fez da militância o seu maior trunfo. Seja por questões ideológicas ou econômicas/financeiras, e mesmo que isso custe expor suas vísceras, o certo é que os interesses de grupos são atendidos sem pudores. Essa vulnerabilidade vai lhe custar caro! **Não é imprensa mais. É só impressão sua!** Que nome dar a um grupo de veículos de comunicação que se presta a formar um consórcio para defender políticas públicas carregadas de conveniências? O que dizer de profissionais do jornalismo que saem de casa com o propósito único e exclusivo de defender pautas seletivas abdicando de sua responsabilidade e profissionalismo? O que dizer de gente que vende gato por lebre? O padrão da imprensa militante é sempre o mesmo… sutileza, oportunismo e manipulação de massa como finalidade! A sutileza da imprensa está ancorada no uso das instituições dos poderes, do governo, e das entidades do Estado, e como mantenedores da falsa credibilidade deste conjunto, se atém apenas sob o rótulo histórico que carregam. O oportunismo está sempre sob jugo dos interesses do sistema. Os protagonistas, de ambos os lados - imprensa e sistema, não se mantém pelo respeito, mas sim pelo medo. Há uma consciência integrativa da capacidade destruidora das partes. Seria como uma implosão! A subserviência da imprensa e a hipocrisia maquiavélica do sistema são apenas detalhes comportamentais que se aturam. A forte habilidade de manipulação de massa que a imprensa (ainda) tem não está exatamente em sua insuspeição e convicções. Ela mora no potencial de expansão que trabalhou durante décadas para atingir cada canto do país. Ainda que a tecnologia e a chegada da comunicação ampla tenham atingido níveis que incomodam, - daí a “briga” pela regulação das redes sociais e da própria internet - leia-se CENSURA (incabível por si só ao ver que a imprensa atua contra sua própria liberdade), sabemos que a “grande mídia” ainda é capaz de penetrar nos lares dos brasileiros com muita força. É real, e cada vez mais visível, que essa tríade - sutileza, oportunismo e manipulação -, tornam-se uma ferramenta única, amalgamada em si mesma, para atuação contrária ao interesse coletivo. Para ilustrar, quase desenhando, com o atual momento político, peguemos como exemplo o uso do IBGE e das pesquisas eleitorais sancionadas pelo TSE. A imprensa usa dados destas duas instituições sempre em letras garrafais em suas mídias. A partir do momento que o atual governo, seu malvadão da vez, é proibido por lei eleitoral de fazer propaganda de suas ações, entra em cena a imprensa com algo mais do que sutil e oportunista. Balançam ao vento do noticiário, números de levantamentos bem ao gosto da sua audiência. As expressões são singulares: “Segundo o IBGE” e “Segundo registrado no TSE”. Pronto, a notícia ganhou grife. E aí vem… o desemprego bate recorde, a inflação cai nos últimos meses, o desmatamento está sob controle, feminicídio é menor nas grandes cidades, taxa da inflação diminuiu, o poder de compra aumentou, candidato A ou B subiu na faixa etária tal ou caiu após denúncia disso ou daquilo, empate técnico é registrado no 1º, mas não no 2º turno, e por aí vai. O objetivo é alcançar o inconsciente coletivo para o entendimento que o governo vem fazendo sua parte, etc., etc., etc.!Basicamente, a imprensa cumpre um papel para burlar o equilíbrio eleitoral. Da mesma maneira, os institutos de pesquisa, que na verdade não passam de empresas comerciais que tem na prateleira a encomenda certa para o freguês, são vendedores de percepção. Além de contar com a astúcia e a estamparia da imprensa, os contratantes interessados buscam aprisionar o eleitor em cumplicidade subjetiva. Sabem que tem aqueles que se deixam levar pela maré, os incautos do puritanismo político (acredite se quiser, mas existem), e ainda buscam consolidar uma parcela significativa de eleitores à ideia que é saudável o afastamento político, abstraindo-os ou mantendo-os, fora da realidade democrática e do comando que o povo tem o direito de exercer. Os que têm consciência política e os doutrinados apenas compõe a receita. A imprensa deita e rola! E olha que nem falei de dinheiro… precisa?

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