Eleições 2026: Analogias explicam paradigmas que dissolvem a alienação coletiva. O que o cidadão/eleitor precisa entender! (veja o vídeo)

Já externei minha admiração por uma das maiores autoridades do país quando se trata da Contagem Pública do Voto; Felipe Gimenez. Politicamente e popularmente é elucidativo e tecnicamente é perfeito! Na esfera do instituto do escrutínio público do voto, Gimenez luta há muito tempo para reverter um quadro consolidado pela abstração coletiva, e por consequência, e da mesma forma, a alienação coletiva, instalado no Brasil. Esse comportamento é o resultado da dinâmica aplicada, há décadas, por um regime dominante que subjuga o povo usando de uma engenharia social maliciosa e perversa, que impõe uma falsa percepção de defesa de valores que não praticam. Obviamente, estamos falando do espectro político da esquerda. O entendimento mais preciso é aquele que enxerga o que é necessário para fazer valer o legítimo direito do cidadão e que está protegido pela lei máxima do país, a Constituição Federal. No entanto, de forma obscura, a aplicação da lei é elemento estranho nas interpretações e decisões políticas e judiciais, especialmente neste século. O principal fator que pode trazer uma lupa para a realidade na questão da legitimidade da democracia cidadã eleitoral e resgatar o discernimento do que realmente interessa para tal aplicabilidade é apontar no alvo certo: a materialização e a soberania do voto direto. Esse é o ponto! Para isso, trago uma analogia com um antigo ditado chinês que diz: "Enquanto o sábio aponta o dedo para a lua, o bobo olha para o dedo". Em uma linguagem mix entre o popular e o técnico, Gimenez, novamente, tem a capacidade e lucidez para explicar tudo isso. Traz à tona, claramente, os erros da cobrança popular sobre o tema, e põe o dedo na ferida. Ao contexto de sua explanação dei o nome de “As falácias do espantalho”. Assista: Alexandre Siqueira Vice-presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Independente e Afiliados - AJOIA Brasil - Colunista Jornal da Cidade Online - Autor dos livros Perdeu, Mané! e Jornalismo: a um passo do abismo..., da série Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa! Visite: http://livrariafactus.com.br
Eleições 2026: Analogias explicam paradigmas que dissolvem a alienação coletiva. O que o cidadão/eleitor precisa entender! (veja o vídeo)

O artigo critica a alienação coletiva no Brasil, atribuindo-a a uma engenharia social da esquerda que deturpa valores. Propõe a Contagem Pública do Voto, com Felipe Gimenez como autoridade no assunto, como meio de resgatar a soberania do voto direto e a legitimidade democrática. Utiliza a analogia “o sábio aponta para a lua, o bobo olha para o dedo” para ilustrar a necessidade de focar no essencial.

Write a comment