A memória da ditadura hoje
Para um escritor, a ditadura não é história morta. Ela está além das tentativas dos fascistas, da gangue de Bolsonaro e companhia destes dias
A memória da ditadura hoje A ditadura, para um escritor, não é um evento histórico passado, mas uma presença viva que transcende tentativas de apagamento e exige punição severa. A autora reflete sobre como figuras do passado, como Soledad Barrett e Jarbas Marques, permanecem presentes em sua escrita, sentidas como vivas e conectadas à realidade atual. Essa imersão pessoal no tema da ditadura demonstra sua relevância contínua e a necessidade de justiça, mesmo nos dias de hoje.
- A ditadura não é história morta para escritores, mas uma presença viva que exige punição.
- Figuras como Soledad Barrett e Jarbas Marques, vítimas da ditadura, são sentidas como vivas pelo autor.
- A escrita literária permite uma conexão profunda e pessoal com as vítimas e as circunstâncias da ditadura.
- A memória da ditadura ressurge, conectando o passado à realidade presente e demandando justiça contínua. https://vermelho.org.br/coluna/a-memoria-da-ditadura-hoje-2/
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