A política de juros do Banco Central é um desastre
Por Paulo Nogueira Batista Jr. Que diferença fez a nova diretoria do Banco Central até agora? Pode ser que estejam preparando coisas importantíssimas nos bastidores, mas não se nota por enquanto nenhuma mudança expressiva em comparação com a gestão Roberto Campos Neto. Os juros continuam na lua, produzindo estragos consideráveis no país.
A política de juros do Banco Central é um desastre A política monetária do Banco Central, com juros reais elevados, é criticada por causar estragos em famílias, empresas e no governo, com pouca ou nenhuma mudança notável com a nova diretoria. O choque do petróleo, apesar de impactar a inflação, beneficia o Brasil como exportador, e os juros altos não seriam a justificativa principal para manter a Selic elevada. Os juros exorbitantes concentram renda, beneficiam bancos e investidores estrangeiros, e a meta de inflação ambiciosa contribui para a manutenção dessa política.
- A nova diretoria do Banco Central não apresentou mudanças significativas na política de juros, mantendo-os elevados e prejudicando a economia.
- O choque do petróleo, apesar de aumentar custos, beneficia o Brasil como exportador, o que deveria atenuar o impacto inflacionário e permitir juros menores.
- A política de juros altos concentra renda nas mãos de bancos e investidores, prejudicando famílias e empresas, e aumenta a vulnerabilidade externa do país.
- A meta de inflação de 3% é considerada irrealista, e o Banco Central poderia ter adotado uma política menos restritiva, mirando o teto da meta.
- É proposta uma quarentena mais longa para diretores do Banco Central para mitigar a ‘porta giratória’ entre o órgão e o mercado financeiro. https://pagina13.org.br/a-politica-de-juros-do-banco-central-e-um-desastre/
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