Fluxo de petroleiros no Estreito de Ormuz cai ao menor nível em dois meses
Apenas uma embarcação deixou a passagem estratégica na quinta-feira, enquanto nenhuma entrou na rota, em meio à escalada militar entre Estados Unidos e Irã
O fluxo de petroleiros pelo Estreito de Ormuz atingiu seu nível mais baixo em mais de dois meses, impulsionado pelas preocupações com a segurança e o conflito entre EUA e Irã. Em contrapartida, o tráfego pelo Estreito de Bab el-Mandeb aumentou, com companhias marítimas adaptando rotas para mitigar riscos. A situação eleva o temor de restrições na oferta global de energia e aproxima os preços do petróleo de US$ 100 por barril.
- Fluxo de petroleiros no Estreito de Ormuz cai para o menor nível em mais de dois meses, com apenas um navio saindo e nenhum entrando na rota em 23 de julho.
- A redução do tráfego em Ormuz coincide com o aumento das tensões militares entre Estados Unidos e Irã e a alta nos preços internacionais do petróleo.
- O tráfego no Estreito de Bab el-Mandeb aumentou, com 32 navios-tanque atravessando a passagem.
- Companhias marítimas estão alterando rotas tradicionais devido aos riscos crescentes, o que pode triplicar o tempo de viagem e aumentar custos.
- A Saudi Aramco oferece carregamentos adicionais no Mediterrâneo como alternativa aos portos do Mar Vermelho, buscando reduzir a exposição dos navios a áreas de conflito.
- A queda no movimento em Ormuz e as alterações de rotas aumentam o temor de restrições na oferta global de energia e impulsionam os preços do petróleo.
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