Luiz Carlos Barreto criticou condução do cinema sob Temer e Bolsonaro
Produtor, morto aos 98 anos, classificou ataques ao audiovisual como "crime de lesa-pátria" e condenou cortes na Ancine e o enfraquecimento das políticas para o setor.
O produtor Luiz Carlos Barreto, falecido aos 98 anos, criticou as políticas culturais para o audiovisual nos governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro, classificando o desmonte de políticas públicas como “crime de lesa-pátria”. Barreto alertou para os prejuízos de enfraquecer uma indústria com potencial econômico global e condenou a não renovação da Lei da Cota de Tela e os cortes de recursos na Ancine. Reconhecido por obras como Vidas Secas e Dona Flor e Seus Dois Maridos, sua trajetória foi marcada pela defesa da produção nacional e do Cinema Novo.
- Luiz Carlos Barreto, produtor de cinema aos 98 anos, criticou políticas culturais de Temer e Bolsonaro.
- Ele chamou o desmonte de políticas públicas para o audiovisual de “crime de lesa-pátria”.
- Barreto destacou o potencial econômico global da indústria cinematográfica brasileira.
- Criticou a não renovação da Lei da Cota de Tela e os cortes de recursos na Ancine.
- O produtor foi responsável por filmes como Vidas Secas e Dona Flor e Seus Dois Maridos.
https://www.brasil247.com/brasil/luiz-carlos-barreto-criticou-conducao-do-cinema-sob-temer-e-bolsonaro/
Write a comment