Interpol prende na África quadrilha que fingia ser da PF brasileira
Natural de Rio Claro (SP) e estudante de jornalismo na Faculdade Cásper Líbero. Estagiário de redação, escreve sobre economia e mundo, além de colaborar com o Oeste Negócios, um dos programas da grade audiovisual da Revista Oeste.
A Interpol prendeu 82 pessoas em Essuatíni por se passarem por agentes da Polícia Federal brasileira para aplicar golpes de engenharia social e lavagem de dinheiro. A organização criminosa ludibriava vítimas, fazendo-as transferir dinheiro para fundos seguros antes de roubar os recursos. A operação faz parte de um esforço global que já resultou na prisão de 5,8 mil criminosos e na identificação de 142 mil vítimas.
- 82 pessoas foram presas em Essuatíni por fingirem ser policiais federais brasileiros.
- Os criminosos aplicavam golpes de engenharia social e lavagem de dinheiro, roubando vítimas após convencê-las a transferir fundos.
- A delegacia clandestina também operava jogos de azar ilegais e golpes de falsa identidade.
- A operação, parte da First Light 2026 da Interpol, envolve 97 países e já prendeu 5,8 mil criminosos globalmente.
- Foram apreendidos 240 dispositivos eletrônicos, uniformes falsos da PF e moeda estrangeira.
https://www.revistaoeste.com/mundo/interpol-prende-na-africa-quadrilha-que-fingia-ser-da-pf-brasileira/
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