Invasão chinesa é mais grave que o tarifaço, diz executivo do setor industrial

Natural de Rio Claro (SP) e estudante de jornalismo na Faculdade Cásper Líbero. Estagiário de redação, escreve sobre economia e mundo, além de colaborar com o Oeste Negócios, um dos programas da grade audiovisual da Revista Oeste.
Invasão chinesa é mais grave que o tarifaço, diz executivo do setor industrial

O presidente da Abimaq, José Velloso, considera a “invasão” de produtos chineses no Brasil um problema mais grave que o “tarifaço” dos EUA, citando o crescimento chinês em diversos setores como máquinas, automóveis e calçados. Velloso reuniu-se com o governo para discutir medidas que visam conter o impacto das tarifas americanas e promover a competitividade da indústria nacional.

  • O presidente da Abimaq, José Velloso, afirma que a “invasão” chinesa no Brasil é um problema mais grave que o “tarifaço” dos EUA.
  • A China representa 37% do mercado de importação de máquinas no Brasil, totalizando US$ 32 bilhões anuais.
  • O executivo alertou que o protagonismo chinês reduz o espaço para fabricantes internacionais e a indústria nacional.
  • Velloso se reuniu com Geraldo Alckmin e o MDIC para discutir medidas para conter o impacto das tarifas americanas.
  • Propostas incluem postergação de impostos, ampliação do Apex Brasil, prorrogação do drawback e reedição do plano Brasil Soberano.
    https://www.revistaoeste.com/economia/invasao-chinesa-e-mais-grave-que-o-tarifaco-diz-executivo-do-setor-industrial/
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