Trabalho forçado: EUA concluem outra investigação e propõem tarifa adicional de 12,5% contra o Brasil e outros 60 países
Formada em jornalismo e Direito pela Universidade Estadual de Londrina, trabalhou na Folha de Londrina e em outros jornais e emissoras de rádio no Paraná. No site de Oeste, é coordenadora e escreve sobre política, internacional e Justiça.
Trabalho forçado: EUA concluem outra investigação e propõem tarifa adicional de 12,5% contra o Brasil e outros 60 países O Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) propôs tarifas adicionais de 12,5% sobre produtos de 60 países, incluindo o Brasil, por considerarem suas políticas de importação de produtos feitos com trabalho forçado injustificáveis e prejudiciais ao comércio norte-americano. O órgão alega que a falta de medidas rigorosas cria desvantagens para trabalhadores dos EUA e distorce o mercado. O Brasil, entre outros países investigados, não implementa ou fiscaliza efetivamente a proibição dessas importações, segundo o USTR.
- EUA propõem tarifas adicionais de 12,5% para 60 países, incluindo o Brasil, por falha na proibição e fiscalização de produtos com trabalho forçado.
- O USTR alega que a omissão desses países prejudica o comércio americano e cria concorrência desleal.
- O relatório indica que o Brasil não aplicou efetivamente uma proibição de importação de produtos com trabalho forçado.
- Países que já adotam proibição parcial ou total contra essas importações terão tarifa extra de 10%.
- O processo se baseia na Lei de Comércio de 1974, que prevê reações a práticas estrangeiras injustas. https://www.revistaoeste.com/mundo/trabalho-forcado-eua-concluem-outra-investigacao-e-propoem-tarifa-adicional-de-125-contra-o-brasil-e-outros-60-paises/
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