'Mediocridade no ensino' explica tombo das universidades brasileiras em ranking, diz especialista
Jornalista formada pela Universidade Estadual da Paraíba, com passagens por emissoras afiliadas ao SBT, Record e Band. De 2020 a 2024, atuou na cobertura dos bastidores do Poder em Brasília. Atualmente, é repórter da Revista Oeste em João Pessoa.
‘Mediocridade no ensino’ explica tombo das universidades brasileiras em ranking, diz especialista O Centro Mundial de Ranking de Universidades (CWUR) divulgou o levantamento global de 2026, onde 45 das 52 universidades brasileiras avaliadas caíram de posição. A especialista Ilona Becskeházy contesta a atribuição do problema ao financiamento, apontando a mediocridade do ensino básico brasileiro como causa principal. Ela critica o modelo de expansão universitária das últimas décadas por priorizar volume em detrimento da qualidade e associa os problemas educacionais à influência de políticas de esquerda.
- 45 das 52 universidades brasileiras perdem posições no ranking global CWUR 2026.
- Presidente do CWUR atribui queda a financiamento inadequado e desvalorização da ciência.
- Especialista Ilona Becskeházy refuta a tese do financiamento, apontando a mediocridade do ensino básico como causa.
- Indicadores do CWUR não medem recursos financeiros, mas sim sucesso acadêmico e profissional, prêmios e publicações.
- Diferenças no ranking entre Unicamp e Unesp, com orçamentos similares, são destacadas.
- Becskeházy critica a expansão universitária sem qualidade, a falta de mérito e a influência política na academia.
- China supera os EUA em número de universidades entre as 2 mil melhores do mundo. https://www.revistaoeste.com/brasil/mediocridade-no-ensino-explica-tombo-das-universidades-brasileiras-em-ranking-diz-especialista/
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