EUA não colocam o Pix como alvo de sanções relativas ao PCC e ao CV
Formado em jornalismo pela Cásper Líbero, tem curso de especialização em teoria da história, pela Universidade de São Paulo e em economia e finanças pelo Instituto Brasileiro de Economia e Finanças. Atuou no Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e portal R7, entre outros, tendo feito coberturas fora do país. Foi também assessor de imprensa do Consulado de Israel e da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Autor de cinco livros, foi vencedor do Prêmio Clio de História e recebeu menção honrosa no Prêmio Sindiclube de Contos e Crônicas. Atualmente é jornalista da Revista Oeste.
EUA não colocam o Pix como alvo de sanções relativas ao PCC e ao CV O Departamento de Estado dos EUA afirma que o Pix não é o alvo inicial das sanções relativas à classificação do PCC e do CV como organizações terroristas estrangeiras, focando em apoio material e intencionalidade. A porta-voz Amanda Roberson afastou a possibilidade de intervenção militar, explicando que a lei norte-americana não contempla essa ação e que as consequências envolvem restrições de vistos e financeiras. Ela também destacou a importância da colaboração entre Brasil e EUA e negou influência de Flávio Bolsonaro na decisão.
- O Pix não é o alvo inicial das sanções dos EUA contra o PCC e o CV.
- O foco das sanções é em pessoas e entidades que prestem apoio material aos grupos.
- A classificação como organizações terroristas estrangeiras não permite ação militar dos EUA.
- As consequências das designações incluem restrições de vistos e financeiras.
- O Departamento de Estado dos EUA detectou atuação do PCC e CV em um a cada quatro estados americanos.
- A decisão de classificação não foi influenciada pelo senador Flávio Bolsonaro.
- Os EUA e o Brasil precisam atuar em conjunto devido à ampla relação econômica e histórica. https://www.revistaoeste.com/mundo/eua-nao-colocam-o-pix-como-alvo-de-sancoes-relativas-ao-pcc-e-ao-cv/
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