Comissão da Câmara repudia fim das eleições na Nicarágua e critica Lula
Formada em letras-português pela Universidade de Brasília e em jornalismo pelo Uniceub. Trabalhou nas redações de veículos como Rádio Senado, Metrópoles e Poder360 na cobertura do cenário político nacional e mundial. É repórter de Oeste em Brasília.
A Comissão de Relações Exteriores (Credn) da Câmara repudiou a decisão do ditador Daniel Ortega de extinguir as eleições na Nicarágua, reforçando o caráter totalitário de seu regime. A comissão criticou a falta de condenação do governo brasileiro e a postura intolerante à pluralidade política. A Credn comparou a omissão do Brasil ao discurso de Lula em defesa da democracia, cobrando uma posição firme contra a retirada do direito dos nicaraguenses de escolherem seus representantes.
- Comissão de Relações Exteriores (Credn) da Câmara repudia decisão de Daniel Ortega de acabar com eleições na Nicarágua.
- A Credn afirma que a ordem reforça o caráter totalitário do regime e amplia restrições à democracia.
- O colegiado criticou a decisão por não ter sido condenada pelo governo brasileiro.
- A comissão lembrou os vínculos históricos de Ortega com a esquerda latino-americana e seu histórico de repressão a adversários políticos.
- A Credn acusa o avanço para um sistema de partido único desde as eleições de 2021, classificadas como fraudulentas, citando perseguição a opositores e fechamento de organizações civis.
- O documento cita conivência de aliados regionais, incluindo os governos de Brasil, Cuba e Venezuela.
- O presidente da Credn cobrou reação de Lula, comparando a falta de condenação do Brasil ao discurso do petista em defesa da democracia.
- A Credn classificou a medida de Ortega como ‘deplorável e inaceitável’.
https://www.revistaoeste.com/no-ponto/daniel-ortega-nicaragua-camara/
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