Opinião

Marcelo Leite relata novidades da fronteira da pesquisa em saúde mental
Opinião

O Instituto do Cérebro e o Hospital Universitário Onofre Lopes iniciam um teste clínico multicêntrico para ofertar terapias psicodélicas, focando no tratamento de depressão resistente com dimetiltriptamina (DMT). Diferente do modelo farmacêutico-capitalista estrangeiro, a iniciativa pública visa o acesso gratuito dos compostos pelo SUS. Superar preconceitos e burocracia é crucial para democratizar o acesso e alinhar povos originários, pesquisadores e profissionais de saúde na busca por tratamentos inovadores para a saúde mental.

  • Universidades federais do Rio Grande do Norte iniciam teste clínico para terapias psicodélicas contra depressão resistente.
  • O ensaio utiliza dimetiltriptamina (DMT) e busca alcançar acesso gratuito via SUS, contrastando com modelos farmacêuticos estrangeiros.
  • Um estudo de fase 2b multicêntrico está em andamento com até 140 voluntários em cinco cidades brasileiras.
  • O projeto visa fundamentar um pedido de licença para a terapia junto a agências reguladoras como Anvisa e FDA.
  • A iniciativa busca superar preconceitos, burocracia e recursos escassos para democratizar o acesso a tratamentos psicodélicos.
  • É enfatizada a importância de um diálogo franco com povos originários para alinhar esforços pela saúde mental.
    https://www1.folha.uol.com.br/blogs/virada-psicodelica/2026/07/falta-um-pix-para-emplacar-psicodelicosnosus.shtml
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