Opinião
Foi dias depois de Odin, o chefão da mitologia nórdica, ter criado o mundo, que a Ópera da Bastilha encenou, em 1998, "Tristão e Isolda", após décadas sem que a dupla dinâmica passasse por Paris. Críticos e jornais fizeram picadinho da encenação.
A montagem de “Tristão e Isolda” no Theatro Municipal de São Paulo, regida por Roberto Minczuk, foi elogiada por críticos que a consideraram superior à encenação da Ópera da Bastilha em 1998. A ópera, conhecida por sua intensidade emocional e temas sexuais, gerou reações diversas desde sua criação, com Wagner antecipando críticas e proibições. Filósofos como Adorno analisaram a obra sob diferentes perspectivas, discutindo seu ápice e a relação dos leitmotivs com a indústria cultural.
- A encenação de “Tristão e Isolda” no Theatro Municipal de São Paulo recebeu elogios por parte do autor, comparando-a favoravelmente com uma montagem anterior em Paris.
- A ópera é descrita como o “Everest dos maestros”, com relatos de dois maestros que infartaram ao regê-la.
- O segundo ato da ópera é destacado pelas cenas de intensa paixão entre Tristão e Isolda, com a serva Brangäne alertando sobre os perigos.
- A obra de Wagner, que explorou temas de amor proibido e desejo, antecipou reações negativas e até proibições, segundo o próprio compositor.
- Intelectuais como Theodor Adorno analisaram “Tristão e Isolda”, focando no terceiro ato e na utilização de leitmotivs como precursores da indústria cultural.
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/mariosergioconti/2026/07/em-tristao-e-isolda-de-wagner-estridulos-nevoas-labia-apices-e-orgasmos.shtml
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