Calor extremo ameaça a capital da pimenta do Paquistão

Trabalhador organiza pilhas de pimentas secas no mercado de Kunri, em Umerkot, no Paquistão - Asim Hafeez - 20.nov.25 / The New York Times
Calor extremo ameaça a capital da pimenta do Paquistão

A cidade de Kunri, capital paquistanesa da pimenta chili, sofre com eventos climáticos extremos como calor, inundações e secas que afetam gravemente a agricultura, essencial para a economia do país. Agricultores enfrentam dificuldades com custos crescentes e imprevisibilidade climática, levando à diversificação de culturas e perdas significativas de produção. A falta de infraestrutura moderna para secagem e processamento agrava o problema, com estimativas de até um terço da produção sendo desperdiçado.

  • Kunri, no Paquistão, é a capital nacional da produção de pimenta chili, mas enfrenta desafios climáticos extremos.
  • Eventos como calor intenso, inundações e secas destroem lavouras e afetam a vida dos agricultores.
  • A agricultura é vital para o Paquistão, respondendo por quase 25% da economia e empregando metade da força de trabalho.
  • Inundações em 2022 destruíram milhões de hectares de terras agrícolas, com efeitos ainda sentidos em províncias como Sindh e Punjab.
  • Pequenos agricultores lutam para se adaptar aos custos crescentes e à imprevisibilidade do clima.
  • Tentativas de alterar o calendário de plantio e o uso de mais fertilizantes são estratégias adotadas.
  • A secagem tradicional das pimentas ao sol é vulnerável a chuvas e fungos, com estimativas de até um terço da produção perdida.
  • Faltam instalações modernas para secagem e processamento, apesar das reivindicações dos agricultores.
  • Alguns agricultores estão diversificando para outras culturas, como o mamão, mas a resistência às mudanças climáticas é incerta.
  • Grandes proprietários de terras conseguem absorver melhor os custos adicionais.
    https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2026/09/calor-extremo-ameaca-a-capital-da-pimenta-do-paquistao.shtml
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