Opinião

Estou me sentindo uma pessoa horrível. Sou um ser humano e uma mulher madura, e diante do sofrimento de qualquer semelhante, o esperado seria sentir imediata compaixão. Mas, no caso da atriz e influenciadora Joana Cabral, só consigo acessar esse sentimento depois de muito pesquisar e refletir.
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Opinião A autora relata sua reação inicial de estranhamento e crítica diante do jejum prolongado de Joana Cabral, influenciadora que sofreu um “apagão” após tentar perder peso rapidamente. Ela reflete sobre a pressão estética imposta pela sociedade e pela mídia, especialmente sobre mulheres, e questiona a necessidade e a segurança de tais práticas. Finalmente, a autora reconhece a importância da conclusão de Joana de que o jejum “não vale a pena” e pede desculpas por sua falta de compaixão imediata.

  • A autora demonstra dificuldade em sentir compaixão imediata pela influenciadora Joana Cabral.
  • Joana Cabral, atriz e consultora de imagem, passou mal após um jejum de 60 horas para perder peso.
  • A pressão estética na sociedade digital e a valorização de um corpo padrão são criticadas.
  • A autora questiona a necessidade de Joana em perder peso e a segurança do jejum prolongado sem supervisão médica.
  • A conclusão de Joana de que a prática “não vale a pena” é vista como a única atitude sensata. https://f5.folha.uol.com.br/colunistas/rosana-hermann/2026/06/joana-cabral-quando-o-absurdo-dificulta-a-compaixao.shtml
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