Empresas mudam planos e apelam a políticos nos EUA para contornar tarifaço
Fechar escritório nos Estados Unidos, garimpar novos mercados no exterior e até tentar argumentar com políticos norte-americanos. As empresas brasileiras buscam estratégias para tentar contornar as incertezas geradas pelas tarifas do governo Trump.
Empresas brasileiras buscam estratégias para contornar as incertezas geradas pelas tarifas do governo Trump, que afetam diversos setores com taxas de 25% e 12,5%. Essas medidas podem resultar em uma taxação cumulativa de 37,5% em exportações anuais. Diante disso, companhias como a WEG aumentam a produção no México, enquanto outras, como a Forbal Automotive, reavaliam seus planos de expansão nos EUA.
- Empresas brasileiras implementam estratégias como fechar escritórios nos EUA e buscar novos mercados para lidar com tarifas americanas.
- Taxas de 25% e 12,5% impostas pelo governo Trump afetam setores como máquinas agrícolas, madeira, etanol, papel e vestuário.
- O impacto cumulativo das tarifas pode chegar a 37,5% em exportações anuais que somam US$ 12,5 bilhões.
- Empresas como a WEG buscam mitigar efeitos aumentando a produção em países como o México.
- O setor calçadista revisou projeções de exportação, prevendo queda de 7,1% e perdendo mercado para concorrentes asiáticos.
- Algumas empresas, como a Soul Brasil Cuisine, encerraram representações nos EUA devido à instabilidade política e falta de previsibilidade.
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/07/empresas-mudam-planos-e-apelam-a-politicos-nos-eua-para-contornar-tarifaco.shtml
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