Flip apresenta Orides Fontela entre a aula e a arte em mesa de abertura
A Flip assumiu a função de, praticamente, apresentar sua homenageada ao grande público em sua primeira noite. Fez isso por dois caminhos: o artístico, assumido pela poeta carioca Marília Garcia, e o acadêmico, pelo professor Augusto Massi, da Universidade de São Paulo.
A Flip homenageou a poeta Orides Fontela em sua noite de abertura, utilizando abordagens artística e acadêmica para apresentar sua obra ao público. O professor Augusto Massi explicou as dificuldades de Fontela em publicar e ser reconhecida, enquanto a poeta Marília Garcia realizou uma performance que mesclou análise e confissão, aproximando a obra de Fontela da arte de Mira Schendel. Apesar dos esforços, problemas técnicos no telão prejudicaram a experiência de parte da plateia, impedindo que todos “cruzassem a ponte” para conhecer a homenageada.
- A Flip iniciou sua programação homenageando a poeta Orides Fontela.
- A apresentação contou com duas vertentes: uma acadêmica, com o professor Augusto Massi, e uma artística, com a poeta Marília Garcia.
- Massi destacou as dificuldades de Fontela em publicar sua obra e ser reconhecida pela crítica e pelo público.
- A obra de Fontela, considerada difícil, ganhou maior atenção a partir de seu terceiro livro, “Alba”, publicado em 1983.
- Marília Garcia apresentou uma performance que uniu ensaio pessoal, citações de Fontela e elementos visuais, comparando sua obra à de Mira Schendel.
- Problemas técnicos com o telão prejudicaram a visualização da mesa de abertura para parte do público.
- A editora Hedra, de pequeno porte, é responsável pela publicação da obra completa de Orides Fontela.
https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/07/flip-apresenta-orides-fontela-entre-a-aula-e-a-arte-em-mesa-de-abertura.shtml
Write a comment