Opinião

Jornalista, foi editor de Opinião. É autor de "Pensando Bem…"
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A pregação de Flávio Bolsonaro contra as urnas eletrônicas enfraquece sua imagem de moderação, possivelmente como estratégia para justificar uma futura derrota eleitoral. No entanto, essa tática pode alienar eleitores independentes necessários para um segundo turno. A motivação por trás disso parece ser a manutenção do poder familiar, mas uma nova derrota pode desvalorizar a marca Bolsonaro a longo prazo.

  • A postura de Flávio Bolsonaro contra as urnas eletrônicas desafia sua imagem de moderação.
  • A estratégia pode ser uma preparação para justificar uma derrota, culpando o “deep state” tupiniquim.
  • É precipitado afastar eleitores moderados cedo na campanha.
  • Jair Bolsonaro preteriu Tarcísio de Freitas para lançar o filho, visando manter a marca Bolsonaro sob domínio familiar.
  • Uma nova derrota pode enfraquecer significativamente a marca Bolsonaro e seu valor em futuras eleições.
  • A polarização e o medo de um governo Lula impulsionam o voto na família Bolsonaro entre eleitores de direita.
    https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2026/07/o-que-querem-os-bolsonaros.shtml
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