Atrizes pornô, bebês 'reborn' e mulheres nuas no esgoto marcam a Bienal de Veneza
'Seaworld Venice', que ocupou o pavilhão da Áustria na Bienal de Veneza de 2026 - Nicole Marianna Wytyczak / Divulgação
A Bienal de Veneza exibe instalações e performances que exploram a destruição do mundo, a ascensão da masculinidade tóxica e o drama dos deslocados. Artistas como Florentina Holzinger e Maja Malou Lyse utilizam corpos nus e simbolismo escatológico para retratar um mundo à beira do colapso, enquanto outros, como Ei Arakawa-Nash e Abbas Akhavan, abordam a predestinação trágica e a fragilidade da vida em ambientes artificiais.
- O pavilhão da Áustria apresenta uma performance com mulheres nuas retratando a destruição ambiental e um mundo afundando nos próprios dejetos.
- O pavilhão da Dinamarca aborda a crítica à masculinidade tóxica e à ‘machosfera’ através de uma instalação inspirada em competições de fertilidade masculina.
- O artista japonês Ei Arakawa-Nash expõe bebês ‘reborn’ com datas de nascimento ligadas a tragédias e lutas por direitos, simbolizando vidas predestinadas.
- O pavilhão do Canadá, com obra de Abbas Akhavan, é uma estufa que representa a fragilidade da vida e o sentimento de deslocamento.
- O pavilhão britânico de Lubaina Himid retrata em grande escala a vida de trabalhadores deslocados, e o alemão replica um prédio de migrantes de Berlim.
- O pavilhão russo exibe obras sobre flores que resistem às intempéries, como uma declaração de presença em meio ao contexto de guerra e sanções.
https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/09/atrizes-porno-bebes-reborn-e-mulheres-nuas-no-esgoto-marcam-a-bienal-de-veneza.shtml
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