Opinião
O PL chega à sua convenção nacional sem conseguir atrair parceiros para formar uma coligação. O fato em si não é determinante para o desempenho de candidaturas. Em 2018, o PSDB de Geraldo Alckmin formou a mais ampla das alianças e terminou a eleição com menos de 5% dos votos.
O Partido Liberal (PL) chega à sua convenção nacional sem conseguir formar uma coligação, enfrentando negativas explícitas da direita profissional devido a amadorismos e despreparo político. Veteranos da política apontam a resistência do centrão em aderir, pois esperavam adesão automática por identificação ideológica e rejeição ao PT. A recusa ao apoio pode se estender ao segundo turno, com o time de profissionais preferindo investir em um Parlamento forte a ver Flávio Bolsonaro na presidência.
- O PL não consegue atrair parceiros para formar uma coligação.
- A direita profissional demonstra negativas explícitas e constrangedoras de adesão ao PL.
- Veteranos políticos apontam o despreparo de Flávio Bolsonaro e sua equipe para o jogo político.
- Partidos do centrão resistem em aderir, surpreendidos pela falta de conhecimento sobre o terreno político.
- O time de profissionais prefere investir na eleição de um Parlamento forte a ver Flávio Bolsonaro na presidência.
- A recusa ao embarque na candidatura de Flávio Bolsonaro pode se estender para o segundo turno.
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/dora-kramer/2026/07/direita-profissional-acha-flavio-amador.shtml
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