Opinião
Jornalista, atuou como repórter e editor. É autor de "Dicionário Amoroso do Rio de Janeiro"
O Congresso Nacional adiou a análise de pautas importantes e controversas, como a PEC da Segurança Pública e a criminalização da misoginia, para após as eleições de outubro, devido ao recesso e à campanha eleitoral. O poder do Parlamento tem crescido, impulsionado pelo uso de emendas, com indícios de que legislam em causa própria e desconsideram a opinião pública. Uma auditoria do TCU identificou superfaturamento, fraudes e desvio de finalidade em emendas parlamentares, com potencial para se tornar um grande escândalo de corrupção.
- Pautas importantes como PEC da Segurança Pública e criminalização da misoginia foram adiadas para após as eleições.
- O poder do Parlamento cresceu, legislando muitas vezes em causa própria e sem considerar a opinião da sociedade.
- Processos disciplinares contra deputados que ocuparam a mesa diretora da Câmara, após o motim em reação à prisão de Bolsonaro, ainda não tiveram desfecho.
- Auditoria do TCU encontrou irregularidades em 82% das emendas Pix fiscalizadas, com indícios de superfaturamento, fraude e desvio de finalidade.
- O valor das emendas parlamentares cresceu significativamente, e figuras como Eduardo Cunha e Valdemar Costa Neto são suspeitos de atuar no direcionamento de verbas.
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/alvaro-costa-e-silva/2026/07/farra-de-eduardo-cunha-vigora-ha-mais-de-10-anos-no-congresso.shtml
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