Supremacistas brancos só saíram do armário, diz Angela Davis, estrela da Flip
No Brasil pela décima vez, Angela Davis parece não ter consciência de que talvez seja o nome mais esperado desta edição da Flip, a Festa Literária Internacional de Paraty.
Angela Davis, estrela da Flip, defende a abolição do sistema carcerário e critica o uso de inteligência artificial e algoritmos preditivos na segurança pública, citando o racismo estrutural. Ela também aborda o trumpismo, negando que a supremacia branca esteja em ascensão, mas sim que seus adeptos “saíram do armário”. Davis destaca a necessidade de organização do movimento progressista e vê o Brasil como um “farol de esperança”.
- Angela Davis critica o sistema carcerário e defende a justiça transformativa.
- Considera perigoso o uso de reconhecimento facial e inteligência artificial na segurança pública devido ao racismo estrutural.
- Afirma que supremacistas brancos nos EUA “saíram do armário” e que o trumpismo não reflete a maioria dos sentimentos americanos.
- Acredita que a esquerda não se organizou adequadamente e que o conservadorismo ganha espaço devido à concentração de riqueza.
- Vê a solidariedade palestina como uma luta global e critica a tentativa de equiparar antissemitismo a ela.
- Continua a ver o Brasil como um “farol de esperança” e se incomoda com a “iconização” de suas ideias.
https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/07/supremacistas-brancos-so-sairam-do-armario-diz-angela-davis-estrela-da-flip.shtml
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