Governo Lula rechaça nova tarifa dos EUA sobre trabalho forçado e cita falta de base legal
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) rechaçou a nova tarifa de 12,5% imposta pelos Estados Unidos nesta quinta-feira (23) em decorrência de investigação do USTR (Escritório do Representante do Comércio dos EUA) sobre falhas no combate à importação de produtos feitos com o uso trabalho forçado.
O governo brasileiro criticou a nova tarifa de 12,5% imposta pelos EUA, considerando-a arbitrária e sem base legal, e anunciou que recorrerá à OMC e à Lei de Reciprocidade. A gestão argumenta que o Brasil possui legislação rigorosa contra o trabalho forçado e que os EUA ratificaram menos convenções sobre o tema. Paralelamente, o governo anunciou um novo pacote de R$ 18,5 bilhões para apoiar empresas afetadas pelas tarifas americanas.
- Governo Lula rechaça nova tarifa de 12,5% dos EUA sobre produtos brasileiros.
- A tarifa foi imposta após investigação do USTR sobre combate ao trabalho forçado.
- Brasil alega falta de base legal e caráter arbitrário da medida americana.
- Governo brasileiro pretende acionar mecanismos da Lei de Reciprocidade e recorrer à OMC.
- Anúncio de pacote de R$ 18,5 bilhões (Brasil Soberano) para apoiar empresas afetadas é divulgado.
- Brasil destaca compromissos com a OIT e legislação contra trabalho forçado.
- Alguns setores da economia pedem negociação para evitar medidas de reciprocidade que possam prejudicá-los.
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/07/governo-lula-rechaca-nova-tarifa-dos-eua-sobre-trabalho-forcado-e-cita-falta-de-base-legal.shtml
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