Visita a terra indígena tem banho de rio e contação de histórias à beira da fogueira
Hati, habitação tradicional dos Haliti Paresi; vigas e esteios são feitos de Acariquara, e o telhado, de palhas de buriti e guariroba - Gabriel Justo / Folhapress
O turismo de base comunitária no Brasil oferece uma alternativa à massificação, focando em modos de vida e tradições. A Terra Indígena Haliti Paresi, em Mato Grosso, tem se organizado para receber turistas de forma regulamentada, com agências especializadas auxiliando na criação de experiências que conciliam visitantes e a comunidade. A visitação inclui acomodações adaptadas, banheiros comunitários, alimentação típica e atividades culturais, como danças, contação de histórias e aprendizado da língua paresi, além de trilhas e jogos tradicionais.
- O turismo de base comunitária busca oferecer experiências autênticas e responsáveis, valorizando modos de vida e tradições.
- A Terra Indígena Haliti Paresi está implementando turismo regulamentado, com apoio de agências de turismo sustentável.
- A aldeia Katyalarekwa oferece acomodações adaptadas, banheiros, alimentação variada e atividades culturais, como danças e contação de histórias.
- Os visitantes aprendem sobre a cultura paresi, sua língua, história e participação em eventos como a construção de linhas telegráficas e a importância de mitos e rituais.
- As atividades incluem trilhas, banhos de rio, jogos tradicionais (peteca, tidimore, jikyonahati), arco e flecha e pintura corporal.
- Existem opções de pacotes turísticos com agências ou visitas organizadas diretamente pela comunidade indígena.
https://www1.folha.uol.com.br/turismo/2026/07/visita-a-terra-indigena-tem-banho-de-rio-e-contacao-de-historias-a-beira-da-fogueira.shtml
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