Brasil fica fora de isenções extras dos EUA para tarifa e deve perder mais competitividade
Além de tarifas de 10%, contra 12,5% para o Brasil, os Estados Unidos beneficiaram 13 economias com listas de exceção adicionais na decisão desta quinta-feira (23), prejudicando ainda mais a competitividade dos exportadores brasileiros.
Os Estados Unidos concederam isenções tarifárias adicionais a 13 economias, prejudicando ainda mais a competitividade dos exportadores brasileiros, que já enfrentam uma tarifa de 12,5% enquanto outros concorrentes se beneficiam. Essa medida, somada a uma tarifa adicional de 25% para o Brasil, cria uma desvantagem significativa em comparação com países que possuem tratamento tarifário melhor ou exceções específicas. Especialistas e a CNI alertam que a falta de isenções e as tarifas mais altas reduzem a competitividade brasileira no mercado americano.
- Os EUA concederam listas de exceção adicionais a 13 economias, enquanto o Brasil não foi incluído.
- Exportadores brasileiros enfrentam tarifas de 12,5%, contra 10% para a maioria dos outros países afetados.
- O Brasil também acumula uma tarifa adicional de 25%, totalizando uma desvantagem de até 27,5 pontos percentuais.
- Produtos como madeira processada, pedras preciosas, próteses médicas e diamantes são exemplos de onde o Brasil perderá competitividade.
- O governo brasileiro contesta as alegações americanas sobre trabalho forçado e considera as sanções desproporcionais.
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/07/brasil-fica-fora-de-isencoes-extras-dos-eua-para-tarifa-e-deve-perder-mais-competitividade.shtml
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