Governo Lula contrariou estudo técnico de 2023 ao priorizar poluentes em megaleilão de energia
O Ministério de Minas e Energia contrariou projeção da EPE (Empresa de Pesquisa Energética) ao decidir priorizar usinas termelétricas e hidrelétricas, e não baterias, na realização do megaleilão que contratou R$ 515 bilhões em reserva de capacidade de energia.
Governo Lula contrariou estudo técnico de 2023 ao priorizar poluentes em megaleilão de energia O Ministério de Minas e Energia priorizou usinas termelétricas e hidrelétricas em detrimento de baterias em um megaleilão de reserva de capacidade energética, contrariando um estudo da EPE de 2023. O leilão, que contratou R$ 515 bilhões, é questionado na Justiça e no TCU por priorizar fontes fósseis e alterar sua base de cálculo. A pasta justifica a decisão pela necessidade de potência no sistema devido ao aumento da demanda, mas a EPE havia recomendado a inclusão de baterias e outras tecnologias inovadoras para a transição energética.
- O Ministério de Minas e Energia priorizou usinas termelétricas e hidrelétricas em um megaleilão de reserva de capacidade, ignorando recomendações da EPE para a contratação de baterias.
- O leilão, que contratou R$ 515 bilhões, é alvo de questionamentos na Justiça Federal e no TCU devido a alterações na base de cálculo e priorização de combustíveis fósseis.
- A EPE havia sugerido em estudo de 2023 a inclusão de tecnologias como baterias para ampliar a oferta e reduzir barreiras de entrada, visando a transição energética.
- O ministério justifica a escolha pela necessidade de potência no sistema elétrico devido ao aumento da demanda, citando a instalação de data centers e o risco de desabastecimento.
- Apesar da justificativa de urgência, o leilão contratou novas plantas termelétricas a carvão e gás, e a EPE aponta os altos custos e desperdício dessas usinas. https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/06/governo-lula-contrariou-estudo-tecnico-de-2023-ao-priorizar-poluentes-em-megaleilao-de-energia.shtml
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