Ficção científica nacional, 'Futuro futuro' mostra país distópico com ricos e pobres separados por muros

‘Tem alguma coisa errada’, murmuram, aqui e ali, personagens “Futuro futuro”, longa do diretor gaúcho Davi Pretto, vencedor dos troféus Candango de melhor filme, roteiro, montagem e uma menção honrosa (para o ator José Maria Pescador) no Festival de Brasília de 2025. A frase traduz o sentimento de desorientação dessa trama futurista envolvendo uma realidade distópica na qual ricos e pobres são separados por muros, e ambos são subservientes e dependentes de tecnologia generativas.
Ficção científica nacional, 'Futuro futuro' mostra país distópico com ricos e pobres separados por muros

O filme ‘Futuro futuro’ retrata uma sociedade distópica com ricos e pobres separados por muros e dependentes de tecnologia, apresentando uma estética crua e uma temática de alienação. A trama acompanha K, um homem amnésico que busca sua identidade em um mundo fragmentado, guiado por metáforas visuais e simbologias abstratas. A obra, vencedora de prêmios no Festival de Brasília de 2025, aborda a apatia e a desorientação em um futuro contaminado pela tecnologia.

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