Crise na campanha de Flávio abre brechas, e candidatos da direita ampliam ataques em busca de deserções no bolsonarismo
As sucessivas crises enfrentadas pela campanha do senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) vêm alterando a dinâmica da disputa pelo eleitorado de direita. Adversários passaram a enxergar uma oportunidade para avançar sobre segmentos que, até pouco tempo, pareciam consolidados em torno do bolsonarismo.
Crises na campanha de Flávio Bolsonaro abrem espaço para rivais da direita, que intensificam ataques e buscam apoio nos setores empresarial, agronegócio e Centrão. Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos relatam maior receptividade entre eleitores direitistas não bolsonaristas. A estratégia inclui críticas diretas a Flávio e fortalecimento de laços com setores estratégicos, visando reverter a queda de apoio ao senador.
- Campanha de Flávio Bolsonaro enfrenta crises que beneficiam rivais da direita.
- Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos relatam maior receptividade em setores empresariais, agronegócio e Centrão.
- Estratégia dos rivais inclui ataques públicos a Flávio e fortalecimento de laços com setores estratégicos.
- Pesquisa aponta queda de Flávio Bolsonaro entre eleitores de direita não bolsonaristas.
- Caiado intensificou críticas a Flávio e ao entorno de Bolsonaro, ironizando ‘casos de família’.
- Zema amplia agenda em segmentos tradicionais do bolsonarismo, buscando alternativas ao senador.
- Agronegócio é central na estratégia de Zema, com reforço de presença em eventos do setor.
- Renan Santos fala explicitamente em disputar o eleitor bolsonarista e pede que Flávio abandone eleições.
- PL não pretende substituir Flávio, mas intensificar ataques a Lula e ao STF para mobilizar militância.
https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/07/24/crise-na-campanha-de-flavio-abre-brechas-e-candidatos-da-direita-ampliam-ataques-em-busca-de-desercoes-no-bolsonarismo.ghtml
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