FMI diz que tarifas devem ter impacto modesto no Brasil
O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou em relatório nesta quinta-feira que a economia brasileira tem se mostrado resiliente nos últimos anos, apesar de sucessivos choques, incluindo as recentes tensões comerciais globais. Para o órgão, apesar de mais uma tarifa aplicada pelos americanos ao Brasil, de 12,5%, para além da de 25% sancionada na semana passada, “espera-se que o potencial impacto macroeconômico seja modesto”.
O FMI considera a economia brasileira resiliente a choques recentes, incluindo tarifas comerciais globais, com um impacto macroeconômico esperado como modesto. O aumento das exportações de soja para a China e a matriz energética renovável contribuem para essa resiliência, embora o órgão recomende um esforço fiscal mais ambicioso para controlar a dívida pública. A incerteza global pode afetar as perspectivas de crescimento, elevando a inflação e reduzindo a atividade econômica.
- Economia brasileira tem se mostrado resiliente a choques recentes, incluindo tensões comerciais globais.
- O impacto macroeconômico de novas tarifas americanas sobre o Brasil deve ser modesto.
- O aumento das exportações de soja para a China e a matriz energética renovável contribuem para a resiliência.
- O FMI recomenda um esforço fiscal mais ambicioso para controlar a dívida pública e abrir espaço para investimentos.
- A incerteza global, especialmente no Oriente Médio, pode afetar negativamente as perspectivas de crescimento do Brasil.
https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2026/07/23/fmi-tarifas-devem-ter-impacto-modesto-no-brasil.ghtml
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